Tecnológica portuguesa BI4All continua a crescer centrada no negócio internacional

Nunca cresceu a menos de dois dígitos e 2016 não foi diferente. Para o futuro as perspetivas mantêm-se positivas, sempre com olhos postos no mercado internacional e sem esquecer o capital humano. No presente, inaugura hoje o seu centro de nearshore.

A BI4All encerrou o ano passado com um volume de negócios de 7 milhões de euros, valor traduzido numa taxa de crescimento de 52%. Para a subida dos resultados contribuíram, em grande parte, os mercados internacionais, que representam 38% das receitas e que registaram um aumento de 90% face a 2015.

A intenção é que o negócio internacional venha a ultrapassar o nacional. “O objetivo é trabalhar mais para fora, algo que talvez ainda não aconteça em 2017, mas a dois anos sim”, referiu José Oliveira, CEO da BU4All na conferência de imprensa de apresentação de resultados, esta manhã, em Lisboa.

Os mercados internacionais contribuíram fortemente para o EBITDA que aumentou 140%, para perto de 975 mil euros, fez questão de destacar o responsável. Ao nível das áreas de negócios, Farmácia é a mais importante, seguida das Telecomunicações e da Banca e Seguros.

Novo centro de nearshore inaugurado hoje

Além de ter concretizado uma série de projetos importantes e de ter reforçado parcerias, 2016 também se caraterizou por mudanças no “capital humano” da BI4All, que a empresa apresenta desde sempre como um dos seus principais pilares de desenvolvimento.

Tal passou por uma reorganização das equipas, sobretudo em áreas mais estratégicas, e do próprio espaço físico, para que fosse possível acomodar o crescimento esperado, que correspondeu a um aumento de 30% do número de colaboradores, que no final de 2016 eram 127. Nesta altura, a equipa da BI4All já cresceu para os 150 colaboradores e até dezembro deverá somar pelo menos mais 10 elementos.

Esta quarta-feira a empresa inaugura um centro nearshore que ocupa um terceiro piso do prédio onde a empresa tem a sua sede, em Lisboa. O novo centro arranca com 50 lugares que vão servir clientes nacionais e internacionais, embora neste momento as equipas só estejam a trabalham “para fora”. Num prazo maior, o objetivo é ter 100 colaboradores alocados a este centro.

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