Porque querem EUA e Reino Unido proibir tablets e computadores em alguns voos?

Os passageiros provenientes de determinados países muçulmanos vão ficar proibidos de levar consigo, no avião, dispositivos eletrónicos maiores que um telemóvel. E o que está na origem deste impedimento?

Há poucos pormenores relativamente ao Reino Unido, mas a decisão norte-americana, avançada esta segunda-feira à noite, foi tomada por indicação dos serviços secretos e está relacionada com possíveis ataques terroristas.

Mais especificamente, acredita-se qua há possibilidade de terem sido desenvolvidas formas mais sofisticadas de esconder engenhos explosivos em dispositivos eletrónicos.

Nesse sentido, a medida adotada pela administração Trump – e de forma parecida no Reino Unido – proíbe que os passageiros que embarquem a partir de ou para 10 aeroportos de oito países de maioria muçulmana entrem na cabine do avião com tablets, leitores de ebooks, computadores portáteis e consolas de videojogos.

Jordânia, Egipto, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos são alguns países que integram a lista definida. A existirem, tais dispositivos eletrónicos terão de ser despachados com a bagagem de porão.

A interdição para a cabine de voo refere apenas aparelhos maiores do que um smartphone, sem indicar medidas específicas, o está a gerar algumas dúvidas relativamente aos chamados phablets, como o iPhone 7 Plus ou o Samsung Galaxy S7 Edge.

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