Acer entra em 2017 com um reforço na aposta em Portugal

A marca taiwanesa quer conquistar o setor da educação e está determinada em consolidar a representação em território nacional com um espólio de produtos alegadamente capaz de servir todos os gostos.

Gaming, educação, home cinema, setores profissionais e entretenimento. A Acer está determinada em ser a primeira solução em todas as áreas onde há eletrónica de consumo e, para o provar, juntou toda a sua frota e mostrou-a num evento aberto à imprensa nesta quinta-feira.

Com Portugal em primeiro plano, onde a tecnológica está determinada em reforçar a sua aposta, a empresa, representada na pessoa de Carlos Cunha – responsável nacional pelo negócio da marca – manifestou interesse em continuar a aliciar os jogadores nacionais através da linha Predator.

Neste campo, a Acer tem um autêntico monstro a lidar as hostes. Com um ecrã curvo e um teclado mecânico, tecnologia de eye-tracking, quatro ventoinhas e duas placas gráficas Nvidia GeForce GTX 1080, o Predator 21 X é porta estandarte de uma comitiva onde a empresa exibe novos monitores, torres e portáteis.

Para os utilizadores móveis, a gigante taiwanesa tem outras propostas. O Swift 7, que é apresentado como o “portátil mais fino do mundo”, o Spin 7 360, com um ecrã de ampla abertura, e o Aspire Alpha 2-in-1, com um teclado destacável e um sistema de refrigeração líquida.

Os mercados profissionais, por sua vez, também terão atenção por parte da marca. Com um exemplo de sucesso em Espanha, onde a Acer tem uma representação no mercado da educação bem consolidada, a empresa anunciou esta noite intenções de começar a conquistar o segmento em Portugal.

Para assegurar a escolha da Acer, a empresa vai apostar ainda na consolidação do apoio ao cliente com três centros de reparação na Península Ibérica que, atualmente, garantem já o arranjo das máquinas submetidas pelos clientes num prazo inferior a cinco dias (em 95% dos casos).

De resto, a EMEA (Europa, Médio Oriente, África) é já a maior fonte de rendimento da empresa. De acordo com os últimos dados apresentados, a região representa cerca de 37% do total gerado em 2016, com o segmento dos notebooks a destacar-se claramente dos restantes produtos. Em termos numéricos, estes representaram 57% do total gerado. Seguiram-se os desktops, os displays e os tablets. Números que justificam a estratégia para 2017.

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