2ª Edição do App Start Up destaca os jovens empreendedores que querem mudar o mundo

Não são só os “graúdos” que querem resolver os problemas da humanidade. As 10 equipas de jovens empreendedores sociais que participaram nas cinco edições da Apps for Good estiveram em destaque na Portugal Digital Summit 2019.

2ª Edição do App Start Up destaca os jovens empreendedores que querem mudar o mundo

As aplicações criadas por jovens portugueses que querem mudar o mundo estiveram em destaque no segundo dia da Portugal Digital Summit 2019. A 2ª edição do App Start Up, no palco Tech Talks, reuniu 10 equipas das cinco edições da competição Apps for Good.

Para abrir a sessão Filipe Almeida, presidente da Estrutura de Missão Portugal Inovação Social, recontou a história de como as suas filhas o levaram a compreender o verdadeiro significado de “ajudar quem mais precisa de uma forma criativa”. Se as equipas do Apps for Good não existissem o futuro seria certamente bem diferente, indicou Filipe Almeida, incentivando-as a não desistir.

Na segunda edição do App Start Up houve também espaço para o debate acerca do que acontece às soluções tecnológicas desenvolvidas pelos alunos depois da apresentação no Apps for Good.

No que toca a possibilidades de financiamento a Portugal Inovação Social cria, de acordo com Filipe Almeida, “condições para que os jovens empreendedores sociais possam experimentar os seus projetos em maior escala” ao colaborar com cerca de 320 investidores de todos os setores. Atualmente "Portugal é o único país da Europa que tem um programa de empreendedorismo social", acrescentou o responsável.

Já na área dos investidores, Sandra Aparício da GALP, indicou que a empresa quer não só incutir nos jovens o espírito de empreendedorismo social, mas também aumentar a sua visibilidade para que consigam atraír o investimento necessário à concretização dos seus projetos.

O número de colaboradores de projetos de empreendedorismo social da Gal à semelhança do Switch Up está a aumentar. De cerca de 20 a 40 voluntários a empresa passou para 150 voluntários que vão a escolas apresentar "os objetivos eco-sustentáveis" e as formas como os jovens podem desenvolver os seus negócios, elucida Sandra Aparício.

Em Portugal existem “soluções muito boas”, afirma António Silva da Direção Geral da Educação. Tal como indica, a evolução da Apps for Good deve-se não só à CDI, "mas também à intervenção dos professores”, sendo que a iniciativa está já a preparar os jovens para os desafios que encontrarão no mundo do trabalho, ao mesmo tempo que os incentiva a criar um futuro mais sustentável.

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Fonte: SAPO Tek

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